Apresentação

Oi! Meu nome é Pedro Rodrigues Prates , sou de Governador Valadares e nasci em 2008 Eu gosto muito de desenhar, tocar teclado, jogar jogos e...

domingo, 29 de março de 2026

Visita: Palácio das Artes

    Semana passa eu visitei as três exposições do palácio das artes junto com minha amiga Cecília depois da aula, o que deixou a experiência muito mais divertida. Nós dois gostamos muito do que vimos lá, e ficamos muito satisfeitos com a experiência num todo.

Exposição do Giramundos

    Que legal essa exposição! Uma das minhas paixões é design de personagem, eu adoro tudo envolvendo essa parte de narrativa, e eu percebi que o design dos bonecos eram muito únicos entre si e dava para entender um pouco das histórias dos personagens só de olhar para eles. Além disso, vi uns rostos familiares (dos personagens que eu assistia quando criança) e me choquei com o tamanho das marionetes, elas pareciam bem menores.



Exposição da Maré

    Essa exposição me passou mais um ar decorativo, algumas das artes de lá eu achei que caberia na minha casa, o que eu ainda não sei se é algo positivo, mas mesmo assim eu achei a experiência legal. Os textos dela são muito impactantes e a tipografia me chamou muita atenção.






Afroapocalíptico

    Essa última exposição foi mais abstrata do que as outras duas, mas foi uma experiência cativante do mesmo jeito. Gosto de pensar no conceito de que a "bagunça" que estava lá representada estava, na verdade, muito bem planejada na cabeça do autor, gerando uma contradição importante para a interpretação do espaço. 



quarta-feira, 25 de março de 2026

Atividade: Olhar do Colega

 Acredito que as primeiras duas imagens escolhidas por nina propõem um ambiente novo interessante, mas elas acabam entregando a escala por causa das folhas que aparecem de fundo. Na terceira imagem, eu entendi que era uma maçaneta quando eu virei o rosto, e achei isso uma sacada muito inteligente, porém, não acredito que essa imagem traz a ideia de um ambiente arquitetônico. Mesmo assim, eu gostei muito da composição das imagens, a primeira trás um ar sombrio e de mistério muito único, e a segunda, com um campo "gande" vazio evoca, para mim, um sentimento de solidão interessante.

(a imagem girou por algum motivo que eu não consigo ajustar)

sábado, 21 de março de 2026

Trabalho: Colagem Sensorial

    A premissa dessa atividade me pegou de surpresa, o que me fez gastar alguns longos minutos pensando "o que é que eu vou fazer" e acabou prejudicando a minha obra final. Então, depois de pensar por um tempo, eu comecei o trabalho. Folheei o jornal que eu tinha trazido e nada me chamou atenção. Depois de um tempo, quando eu lembrei sobre a parte "sensorial" eu pensei em uma coisa nesse prédio que me chamou muita atenção: o cheiro de fumaça. A primeira coisa que eu fiz foi pegar um papel em branco e rabiscar ele com lápis cinza, tentando invocar uma sensação de fumaça.

    Além disso, uma coisa que mais me chama atenção nessa área é a presença do profeta, então eu tentei representar isso com o boneco mudo no meio do quadrado de grama. Eu acho engraçado que ele está quase sempre sozinho lá, já que a grama não é muito frequentada por causa do sol, então eu quis representar essa sensação.

    Esse recorte de jornal foi escolhido porque, quando eu li, eu senti uma familiaridade. Esse corte fala sobre o amor que a atriz Fabi Bang sente pelo próprio trabalho, e como ela continua mesmo cansada porque ela gosta do que faz. Quando os corredores estão cheios, é esse sentimento que eu sinto no corredor, que está todo mundo cansado, mas acreditando no que faz e continuando.

    As outras imagens foram escolhidas porque elas me lembraram do prédio esteticamente ou de algum elemento em específico dele. É muito difícil falar o que exatamente me atraiu em cada uma dessas imagens, mas acredito que as formas retas e cores fortes são coisas que eu estou ligando com a EAD.

    Porém, essa falta de planejamento minha acabou ficando evidente no produto final. Eu coloquei muitas imagens diferentes uma das outras que só faziam sentido na minha cabeça e que acabaram não compondo uma obra maior de forma coesa. Mesmo assim, ela tem bastante significado para mim.

    



Atividade - Pés

 

Até agora, essa foi a minha atividade favorita de fazer durante a aula e isso é porque eu adoro desenhar e, diferentemente do mapa mental da escola de cabeça, eu tinha a referência principal logo na minha frente.

            Nessa atividade, nós precisávamos desenhar os nossos próprios pés cruzados do jeito que estávamos vendo eles, focando mais no contorno usando as linhas. Então, eu me sentei no chão, cruzei minhas pernas, e comecei o trabalho feliz. Essa premissa me deixou muito animado.

        Como dá pra perceber, nessa primeira tentativa eu fiz uma escolha estilística que fez o meu traço ficar "bagunçado". Um dos motivos de eu ter feito isso (além de eu achar legal) é que eu pensei que isso disfarçaria um erro que eu tinha cometido quando eu estava desenhando. Acredito que essa escolha deixou o desenho único, mas talvez essa escolha tenta fugido do ponto da atividade por causa da quantidade de linhas extras. Mesmo assim, como arte, eu me orgulho do resultado, mesmo achando que o pé direito (que está na esquerda) está meio esquisito. Como atividade, acredito que ele realmente pareceu o meu pé do jeito que eu estava vendo ele, e deixar de olhar para o papel enquanto desenhava foi uma experiência inovadora para entender a ação de desenhar, focando mais em se parecer com o meu pé do que ficar bonito.
    

    Nessas tentativas seguintes que fiz com o tempo que sobrou eu tentei desenhar os meus pés sem olhar pro papel o máximo que dava. Definitivamente eu prefiro a anterior em quesito de aparência, mas essa tentativa trás um "movimento" único e a silhueta realmente está parecida. Eu acho que um dos meus maiores problemas na hora de desenhar (e fazer qualquer atividade) é a minha calma (ou falta dela), e essa tentativa me obrigou a ter mais calma por bem ou por mal. Eu nunca tinha feito essa atividade antes, mas já estou animado para fazer outra vez.

quarta-feira, 18 de março de 2026

Trabalho: Olhar

 Foto 1:




Foto 2:


Foto 3:



Primeiras Impressões "Lições de Arquitetura"

    Nessa segunda feira, dia 14/03, os professores entregaram uma "amostra" do livro "Lições de Arquitetura". Ele será o foco do nosso próximo seminário, que acontecerá na próxima semana. A turma leu, individualmente, o texto e logo depois a sala virou um espaço para discussão acerca dos temas do que foi lido. Dessa forma, nós conseguimos extrair muito conteúdo de uma maneira construtiva, e, além disso, muitos alunos adicionaram visões diferentes na conversa, engrandecendo o momento.

    A parte inicial do texto foca na importância do arquiteto ter uma bagagem cultural e arquitetônica para fazer bons projetos, e explica que um dos objetivos do livro é construir uma bagagem importante. Em seguida, a seção "Público e Privado" busca, inicialmente, definir esses dois tipos de espaços, explicando que eles se diferenciam através do acesso, responsabilidade, supervisão e propriedade privadapara depois poder falar do paradoxo do individualismo e coletivismo na vida moderna. Posteriormente o autor fala como é importante entender que é impossível viver isoladamente, mas também que um grupo é feito de vários indivíduos que se comportam de maneira similar e, ao mesmo tempo, completamente diferente. Logo, é papel do arquiteto encontrar esse equilíbrio na hora de projetar os espaços. 

"Se, porém, o individualismo compreende apenas parte da humanidade, o coletivismo só compreende a humanidade como parte; nenhum deles apreende o todo da humanidade, a humanidade como um todo."

    Depois dessa definição, se torna mais fácil se aprofundar sobre as várias maneiras que o arquiteto deve garantir esse equilíbrio. A seção titulada de "Estrutura e Interpretação" busca fazer o leitor olhar para a arquitetura com outros olhares, usando de analogias como a língua e a fala para entender a percepção individual e coletiva. A língua é uma estrutura definida, comum para todos, mas a fala é pessoal, e é um equívoco ignorar ela na hora que você pensa linguagem. Além disso, uma influencia a outra, se moldando, juntas, através do tempo. Dessa forma, surge uma visão variável das estruturas que se traduzem dependendo da cultura. Dessa visão surge uma ideia libertadora dessas estruturas, pois são elas que garantem os pilares para que novas ideias surjam.

     Por fim, na parte final "Forma Convidativa", Herman dá suas considerações finais para o arquiteto, dando alguns conselhos importantes. O arquiteto deve tentar compreender, no máximo, o cotidiano das pessoas que vão ocupar os espaços projetados, pois o espaço deve complementar o dia-a-dia, e não contradizê-lo. Ainda, cada detalhe na construção afeta o social e nada pode ser colocado sem nenhum motivo, e por isso o projetista deve se acostumar a desnaturalizar a forma com que ele pensa os espaços, para que o seu trabalho tente melhorar (ou pelo menos não piorar) a vida da comunidade. Esse "não piorar" seria traduzido na construção de ambientes confortáveis, enquanto a melhora seria feita com ambientes que estimulassem o viver.

    Com esse final, o texto deixou um "gostinho de quero mais", servindo como uma ótima apresentação da forma que o livro é escrita e do conteúdo que ele possui, e a conversa proporcionada pela aula ajudou a construir um aprofundamento ainda maior dessas questões e preparando o terreno para o baque que é o livro por inteiro.

    
   

domingo, 15 de março de 2026

Trabalho: Detalhes na escola

 Nesse trabalho, os professores pediram para que nós tirássemos fotos de pontos específicos da escola que chamasse nossa atenção. 

Foto Escolhida


Outras Fotos








Atividade: Planta da faculdade

No dia 12/03/26, os professores pediram para que nós fizéssemos uma planta da EAD de cabeça, sem nenhum tipo de consulta.
 

Apresentação

Oi! Meu nome é Pedro Rodrigues Prates, sou de Governador Valadares e nasci em 2008

Eu gosto muito de desenhar, tocar teclado, jogar jogos e mestrar RPG de mesa.

Desde quando eu era criança eu gostava muito da parte criativa da arquitetura por causa das experiências dos jogos que eu jogava, como as construções de casas que eu fazia no Minecraft e os mapas que eu planejava para minhas sessões de RPG de mesa.

Depois disso, no ensino médio eu fiz um curso de técnico em edificações e eu percebi que arquitetura e urbanismo era realmente o curso que mais fazia sentido pra mim, mas agora também por causa da parte política e histórica dele. Assim, a minha paixão por essas duas partes dessa faculdade me fez me sentir seguro em seguir esse sonho.

Tá tudo sendo muito novo aqui em BH mas já sei que vai ser uma experiencia renovadora estudar na UFMG!