Apresentação

Oi! Meu nome é Pedro Rodrigues Prates , sou de Governador Valadares e nasci em 2008 Eu gosto muito de desenhar, tocar teclado, jogar jogos e...

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Fichamento: Sistema Gerando Sistemas

     O texto "Sistemas Gerando Sistemas" explica um pouco sobre a funcionalidade do sistemas e como devemos identificá-los, com o intuito de ter em mente a complexidade de seu funcionamento. Esse texto é dividido em 4 afirmações: 

1-Há duas ideias ocultas na palavra sistema: a ideia de um sistema como um todo e a ideia de um sistema gerador.

2. Um sistema como um todo não é um objeto, mas uma maneira de olhar para um objeto. Centra-se em alguma propriedade holística que só pode ser entendida como um produto de interação entre partes.

3. Um sistema gerador não é uma visão de uma única coisa. É um kit de partes, com regras sobre como essas partes podem ser combinadas.

4. Quase todo ‘sistema como um todo’ é gerado por um ‘sistema gerador’. Se quisermos fazer coisas que funcionem como ‘todos’, teremos que inventar sistemas geradores para criá-los.

Em seguida, eu irei escrever um pouco sobre cada afirmação e a forma que eu interpretei ela ao ler o texto.

Primeira Afirmação:

Essa seção introdutória faz uma divisão simples e rápida dos significados da palavra sistema: Sua interpretação como o todo de uma coisa (visão holística) e sua interpretação como algo que permite a criação de outras coisas ao seguir um conjunto de regras determinadas.

Segunda Afirmação:

    Em seguida, o texto olha para o primeiro significado da palavra "sistema" e expande nele. O texto afirma a necessidade de se identificar um fenômeno holístico antes de afirmar que aquilo é propriamente um sistema. Isto é, um evento que seja produzido pela interações de outros fatores de um conjunto conectado. E, assim, o sistema é divido em 3: o comportamento holístico, as partes do todo e a maneira que as partes produzem o comportamento determinado.
    E, contida nessa afirmação, vêm a ideia de que você não pode chamar algo de sistema se você não puder identificar o sistema abstrato que está falando, mas isso não pode te impedir de fazer abstrações fáceis. Identificar algo como um sistema muitas vezes é uma maneira de falar "não entendi" e o texto tenta guiar o leitor a fugir desse vício.

Terceira Afirmação:

    A próxima seção foca mais no segundo significado de sistema: o sistema gerador de coisas. Essa parte fala que ele funciona a partir de pares, com regras sobre como elas podem ser combinadas para poder significar uma multiplicidade de coisas. Essas regras funcionam como limites que possibilitam a criação.
    Ligando mais com a arquitetura, é posto que um sistema de construção é um sistema gerador cujos partes são as colunas, vigas, painéis, portas e etc. que, ao respeitarem as regras, conseguem gerar uma infinitude de construções.

Quarta Afirmação:

    A quarta afirmação serve como um conselho para os designers, em como antes devemos pensar na forma que os sistemas são feitos para podermos criar outros sistemas que se adequem à quem desejarmos. Direcionando à arquitetura, eu interpreto que essa afirmação pede para que tentemos compreender o funcionamento das partes dos sistemas sociais para que possamos então fazer um projeto viável e real.
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    Esse texto foi curto, mas eu achei ele muito denso. Acredito ainda não ter conseguido captar alguma de suas ideias, mas acredito que isso se resolverá com a aula expositiva dos professores. Mesmo assim, eu gostei da leitura e o exercício de pensar nos sistemas antes dos sistemas é uma atividade essencial para se fazer.


quarta-feira, 15 de abril de 2026

Fichamento: Não-Objeto

    O texto começa identificando o que seria um não objeto, e essa definição vai ser essencial para a compreensão do resto do texto. Este é, não um antiobjeto, mas um objeto especial que busca ser absorvido sem a parte racionalizada de objetos normais. É a existência do objeto em sua própria aparência e na forma que se porta, incondicionado. 
    Em seguida, ele começa a relação desse não-objeto com a arte. É de senso comum que com o advento da fotografia as pinturas tiveram que se reimaginar, e assim nasceu o impressionismo, e foi daí que se começou o movimento de afastamento do objeto.
Esse é o quadro "mulher com sombrinha" de Monét. Pessoalmente, é um dos meus quadros favoritos.
    Quando se diz sobre o início do afastamento do objeto quer se dizer que sua representação começa a ficar mais "embaçada", os traços ficam maiores e a pincelada fica mais clara. Aqui, a arte começa a ser sobre a tinta, o processo, e não sobre a necessidade de se parecer com o próprio objeto, mesmo que essa necessidade ainda exista. Aqui nasce a vontade de se diferenciar, de priorizar as sensações sobre a cena do que a própria realidade.





    Depois desse pontapé, a arte começou a entender mais o quadro como parte da obra em si em detrimento do próprio objeto. O objeto perde o significado.
    O cubismo tenta representar o real mas se aproveitando mais dos limites do quadro e também de suas liberdades. Porém, nessa parte ainda há o "namoro" com o objeto verdadeiro e com o uso de elementos reais para o representar.
    
Anda vida com uma guitarra de Juan Gris é uma boa representação do que eu acabei de falar. Nela, se você  parar para observar um pouco, percebe que ela tenta representar um violão de uma forma desconstruída, trazendo seus materiais e elementos que remetem a expeciência de usá-lo. Mesmo assim, o objeto está lá, represnetado, racionalizado, trazendo consigo sua bagagem cultural.



    


 Mondrian, o pintor das obras seguintes, foi um dos primeiros que viu o potencial mais desafiador do cubismo e decidiu expandi-lo, criando obras que se aproximam mais ainda dos não-objetos, focando mais na arte na arte do que na representação de coisas no mundo real. O que fez com que esse objetivo de se criar um não-objeto falhar foi a existência do fundo, da moldura e do próprio quadro.

Essa obra, feita por Malevich, também mostra a aproximação do não-objeto, fugindo cada vez mais do racionalizado na absorção da obra, mas pecando novamente nas limitações do fundo e moldura.











    Depois desse movimento, se observa mais que, anteriormente, o quadro era visto como uma janela para um ambiente fictício, que levava para pensar em outras situações, ignorando a realidade que aquilo é uma farsa, sendo protegido com uma moldura para o inserir no espaço de maneira harmônica.
    Esse sentido falso e essa necessidade de pertencimento se tornaram questões que foram desafiadas posteriormente na aproximação desses não-objetos nas próximas obras. O moldura se torna obsoleta, porque a visão da obra não é mais metafórica. Os não-objetos, de certa forma, se tornam mais literais ainda.


Esse é o merzbau de Kurt Schwitters, ele começa a se confundir com os objetos porque foge do quadro e começa a se inserir no campo real. 








merzbau de Kurt Schwitters


Essa arte de duchamp se aproxima mais dos ideais de um não-objeto por tentar tirar de um objeto real apenas o que ele é em si mesmo, tentando fugir de seus usos cotidianos. Aqui, o urinal é apenas forma. Mesmo assim, ele ainda é um urinal, e quem o "ler" irá o interpretar, primeiramente, assim antes de qualquer outra interpretação.





telas cortadas de fontana
é tida como ingênua por introduz o corte real para contrapor a arte, recorrendo à signos. Isso que o faz ser objeto.












O uso dos materiais de Burri prendem essa obra em um objeto pois busca de signos reais.












Tatlin e se aproxima mais dos não objetos por tratar das formas sem molduras e sem base. São formas criadas, não representadas.










Vantongerloo de stijil é uma escultura à base do cubismo, com cores repetidas das obras de Mondrian, que também buscam a criação de um não-objeto. 











Essa obra de Moholy Nagy é vista como uma tentativa de tirar o peso das esculturas, característica importante dos objetos, para tentar se aproximar de outro tipo de não-objetoo.










O texto também fala que os quadros de Lygia Clark e esculturas de Amilcar de Castro partilham de semelhanças quando analizadas a criação de um objeto especial e suas relações com a interpretação e absorção deles.






O texto também traz o tema que fazer arte também significa, muitas vezes, fugir da artes. Se foge da moldura, pois ela começa a ser vista como um elemento estranho que foi naturalizado com o tempo. Ao fugir do naturalizado, se descobre os limites desses tipos de obras e a criação de novas liberdades. O não-objeto é a tentativa mais pura de tornar a arte real.
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     Eu gostei muito desse texto! Os limites da arte é definitivamente um dos meus temas favoritos de discussão e esse texto trás isso de uma forma muito didática, ainda mais com o diálogo do final. Porém, tudo o que eu estou escrevendo aqui tem validade de 1 dia porque talvez eu tenha entendido errado algumas coisas. Mesmo assim, foi uma ótima leitura!

domingo, 12 de abril de 2026

Trabalho: abstração de objetos em casa

objetos encontrados
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Abstração escolhida:











Outros testes de abstrações:






Atividade: Abstração de objetos em sala

 Abstração escolhida

(o blog nao ta deixando eu deitar a imagem entao vire 90 graus)


















outra tentativa:

Trabalho: Fichamento "Objetos"

 Slides

    Essa aula começou a discussão sobre objetos, invocando perguntas que seriam revisitadas posteriormente pelos textos que leríamos em casa e na sala.
    Os objetos são produtos do planejamento humano, de escolhas e design e de uma produção estratégica. À partir desse olhar, é possível afirmar que os objetos também são arquitetura, e é por isso que existem tantas cadeiras famosas feitas por arquitetos: elas foram feitas por pessoas que têm as noções necessárias de projeto, design e produção.
    Outra coisa importante de se falar dos objetos é que eles são produto contra o inimigo, ou seja, eles foram feitos para combater alguma incapacidade humana. Tudo o que o humano não é capaz de fazer sozinho, algum objeto será feito para auxiliar ele nessa missão.
    O objeto como arte é feito através da abstração do seu propósito original, dando um novo motivo para ele e fazendo ele ocupar um espaço específico para suprir essa função nova.

"Animação Cultural" Vilém Flusser

    A "animação cultural" seria o incentivo à partipação social na produção de cultura, reduzindo a alienação. A partir disso, ela segue fazendo algumas críticas à indústria cultural, mantendo em evidência a relação humano-objeto, duvidando que o humano é quem controla o objeto. Ao subverter a história e escrever um conto dos objetos buscando seus direitos que os humanos tomaram, Flusser expõe a importância dos objetos para a cultura e formação de cada humano individualmente e coletivamente, sendo carregados de motivos e intenções

"A ficção como uma cesta"

    Esse texto trás um viés feminista para a discussão de objetos e o papel deles na narrativa que eu achei muito importante e inteligente. Ela fala que a supervalorização de histórias heróicas passou um viés equivocado da fonte da evolução humana. A criação da cesta que permitiu o avanço da humanidade, pois permitia o armazenamento de comida, e essa narrativa foge da visão masculinista de conquistar que atrai as pessoas. E eu gostei muito dela citar a ficção científica como exemplo porque os personagens principais dessas histórias são os objetos/tecnologia e como eles afetaram a sociedade que está sendo narrada. Então, ela traz uma proposta ousada: contar histórias com narrativas menos "heróicas", lutando contra as narrativas propostas por essa sociedade patriarcal.


Trabalho: Fichamento do livro "Lições de Arquitetura"

     De acordo com os professores, esse livro vai acompanhar a nossa jornada na arquitetura, e eu consigo entender o motivo. Lições de Arquitetura é um livro rico, cheio de referências visuais criativas do que fazer e do que não fazer, o que a torna uma ótima primeira leitura para o início do curso.

A- Domínio Público

    Essa primeira seção tenta entender as diferenças dos espaços privados e públicos e estudar maneiras viáveis para deixar os dois mais integrados.

1- Público e Privado

    Essa seção inicia com o esclarecimento de termos que vamos ver muito nesse livro e na nossa vida como arquitetos: espaços públicos e espaços privados. Hertzberger defende que não há nada 100% público e nada 100% privado, priorizando mais a relação entre indivíduo e coletivo,

2- Demarcações Territoriais

    Em seguida, ele fala de como esses limites são feitos nas construções, e ele dá exemplos de o que pode ser feito para deixar a transição do público para o privado mais gradual, incentivando a gradação do acesso, criando ambientes públicos dentro de ambientes privados.

3- Diferenciações Territoriais

    A arquitetura muitas vezes demarca o que seria o espaço privado e o que seria o espaço público de maneira brusca, o que não é o ideal. Mesmo assim, é dever do arquiteto guiar o fim dos espaços públicos e o início dos privados de uma maneira natural além de guiar o fluxo de movimento das pessoas, recorrendo a alterações de forma ao invés de limites visíveis quando possível. Depois das demarcações territoriais serem feitas, é importante que os ambientes demarcados sejam pensados de maneiras diferentes para que eles se destaquem entre si, dando a sensação adequada de público ou privado.

4- Zoneamento Territorial

    E assim, depois das diferenciações serem feitas, é importante que o arquiteto pense em como o ambiente irá reagir à interação de quem o vive, gerando um senso de responsabilidade e pertencimento para com o espaço.

5- De Usuário a morador

    Hertzberger fala sobre algumas formas de fazer com que o morador se sinta mais pertencente ao lugar onde mora, e ele trás a ideia de deixar que os usuários cuidem do próprio ambiente, e isso cria uma relação de carinho e cuidado importante, deixando o ambiente personalizado e adaptado.

6- O intervalo

    Esse capítulo é muito importante pois ele define o que seria um intervalo e como ele deve ser implementado nos lugares. Ele é um espaço entre o público e o privado, que serve para gerar uma transição mais gradual dos espaços, deixando o espaço privado mais público e vice-versa.

7- Demarcações privadas no espaço público

    Esse capítulo fala como o espaço privado pode afetar o espaço público, alterando a relação pessoa-espaço. Ele aforma que o espaço público, mesmo sendo acessível, não é livre e nem neutro, sendo sempre moldado pelas intenções dos projetos ao redor, e é por isso que ele sofre influência das instalações privadas próximas dele. Então, os espaços privados acabam servindo de guia para o espaço público e como ele deve ser usado. Por exemplo: a rua de um hospital necessita ser mais silenciosa e menos movimentada para não atrapalhar os pacientes. Assim, esse "limite", pode ser uma proteção importante, mas também pode significar uma restrição negativa para o senso de comunidade.

8- Conceito de obra pública

    Muitas obras públicas se tornaram obsoletas por não pensarem no público que usaria elas, e isso é um ponto que o Hertzberger analiza nesse capítulo. Ele afirma que, para os espaços serem usados, o arquiteto deve pensar em tornar o espaço personalizado para quem for interagir com ele, priorizando o usuário através do engajamento e da responsabilidade.

9- A Rua

    A Rua antes era um espaço de convivência, mas, com a chegada dos carros, ela está cada vez mais se transformando em um espaço de transição, um espaço temporário, e isso é visto como negativo pois incentiva o individualismo e diminui o senso de coletividade.

10- O domínio público

    Além disso, a existência da rua como um espaço de convívio é essencial para enxergar a pluralidade de quem a usa. 

11- O espaço público como ambiente construído

    Esse capítulo fala sobre o início da criação de espaços públicos fechados e como eles são muitos voltados para o comércio. Isso porque o comércio, de certa forma, força interações sociais e é uma atividade muito importante para o desenvolvimento das cidades, unindo o útil ao agradável.

12- O acesso público ao espaço privado

    Esse capítulo disserta um pouco sobre a acessibilidade dos espaços privados e como ela deve ser garantida através do uso de intervalos, atraindo o público para interagir com esses lugares. Um exemplo de intervalo citado aqui são as galerias, ruas que passam no meio de blocos, cobertas de vidro, que têm lojas nos dois lados. Elas trazem um ar de continuidade da rua e guiam os pedestres para as lojas de maneira natural.





exemplo de galeria

B- Criando Espaço, Deixando Espaço

    Essa seção fala da importância da estruturas, quando elas devem ser respeitadas e quando elas devem ser quebradas para garantir uma autonomia dos ocupadores dos locais arquitetados.

1- Estrutura e Interpretação

    O coletivo é feito de interpretações individuais, e ignorar um em detrimento do outro resulta em projetos falhos. A partir disso, são feitas algumas metáforas para um melhor entendimento.
    A língua possui uma lista extensa de regras definidas, e a fala vê essas regras e faz o que quiser com ela para garantir a sua expressão necessária. Dessa forma, a língua não limita a fala, mas sim dá um ponto de partida para ela garantir sua expressão. De maneira parecida, a forma garante a qualidade do uso, dando vida a projetos únicos a partir das regras anteriores.

2- Forma e Interpretação

    Esse capítulo defende que a mesma forma pode sofrer interpretações diferentes de pessoas diferentes, e isso deve ser levado em conta quando se projeta.

3- A estrutura como espinha dorsal generativa: Urdidura e trama

    De maneira subversiva, Hertzberger afirma que as regras e estruturas garantem uma liberdade maior para quem projeta, como as regras de xadrez que permitem que existam tantas jogadas diferentes para se fazer em um único jogo. As regras não devem ser vistas como inimigas, mas sim como aliadas.

4- Grelha


    Esse capítulo discute um pouco sobre a forma de organização dos lotes em pedaços retangulares idênticos entre si e como ela pode criar liberdade se usada de maneira correta. O problema não são as estruturas e nem as regras, mas sim quando e como elas são usadas.






exemplo de grelha


5- Ordenamento da construção

    Esse capítulo fala sobre conjuntos de unidades e como eles devem seguir um viés arquitetônico adequado para poder simbolizar união e tornar o ambiente coeso. Essa atitude também ajuda na integração do espaço público no projeto. Assim, se torna essencial que o projeto seja adaptável ao tempo e tenha harmonia entre as unidades.

6- Funcionalidade, flexibilidade e polivalência

    Três conceitos importantes são explicados nesse capítulo, são eles:
Funcionalidade: O propósito de um local, para o que ele será usado. (muita funcionalidade cria um espaço rígido)
Flexibilidade: A capacidade do local ser usado para outros fins. (muita flexibilidade deixa o espaço vazio)
Polivalência: A capacidade de um espaço ser adaptado para outros fins por quem o usa.
Os espaços devem entender a capacidade de mudança e integrar ela no projeto para que ele seja bem-sucedido.

7- Forma e usuários: o espaço da forma

    O usuário deve ter papel em dar a forma ao espaço, para garantir que seja feito ao seu desejo e para que o espaço tenha todas suas potencialidades utilizadas.

8- Criando espaço, deixando espaço

    O arquiteto deve saber quando deixar que os espaços sejam "construídos" pelas próprias pessoas que vão usar os espaços, para gerar um sentimento de pertencimento e carinho para com o local.

9- Incentivos

    O arquiteto deve incentivar a interação do usuário no ambiente através do uso de elementos arquitetônicos de design, sabendo onde deixar livre para a alteração e quando definir aspectos específicos do projeto de maneira estratégica.

10- Forma como instrumento

    O arquiteto deve apenas sugerir um uso do espaço, e, a partir disso, o usuário deve decidir o que seguir. Se isso for bem-sucedido, será criada uma afeição pelo espaço.

C- Forma Convidativa

1- O espaço habitável entre as coisas

    Antes de definir um projeto, se deve pensar em maneiras alternativas de viver aquele espaço que poderiam ser benéficas para o público, e para essa "previsão" ser mais próxima da realidade, é necessário que se tenha empatia com as pessoas que usarão o espaço.

2- Lugar e articulação

    Esse capítulo fala do processo de transformação do lugar quando ele ganha um propósito. A primeira coisa a se pensar antes de projetar é para que e ele será usado, e, a partir disso, soluções arquitetônicas são apresentadas de acordo com as demais variáveis. Além disso, esse capítulo fala sobre maneiras de articular os lugares, deixando ele múltiplo, através de soluções como o uso de desníveis e paredes de vidro.

3,4,5- Visão 1,2,3

    Essa sequência foca na visão e como ela pode ser usada para dividir ambientes sem ser de uma maneira tão brusca.
    A visão pode ser usada para separar ambientes, criando mais privacidade mas de uma maneira mais sutil (como um intervalo). E essa falta de visão também pode ser gradual, como uma parede de vidro, uma parede vazada, ou um desnível.
    A visão também pode ser usada para integrar o público no privado, permitindo que o exterior veja o interior e criando um ambiente de intervalo. De maneira recíproca, ela também pode servir para deixar o espaço privado mais público.

6- Equivalência

    Por fim, Hertzberger introduz uma parte essencial quando se vai pensar em projetar espaços: a equivalência. Ela introduz a ideia do arquiteto negar a hierarquia dos espaços, dando uma importante igual para cada um deles, pois assim ele passa para os moradores a responsabilidade de fazer o que quiser com esses ambientes.
   

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Brasil Hertzbergiano: Zine de colagens + abstração

    Nesse trabalho, quando eu vi que a ideia seria fazer remix com o repositório da turma, eu pensei em também "remixar" as próprias colagens entre si, trazendo perspectivas diferentes sobre as mesmas cenas, e também pensando na reciprocidade essencial entre os espaços públicos e privados para um bom funcionamento em sociedade. Eu também decidi aproveitar muito o espaço da zine e brincar com as molduras e com o que "vazaria" de cada colagem. Acho que deu certo! Esse trabalho foi muito divertido de fazer.


fotos zine combinações






foto poster abstrato


video zine manipulado

link do PDF

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Colagens Finais

Nessa dupla de imagens, eu tentei fazer representar como a rua pode ser usada de maneiras diferentes e para proósitos diferentes quando a integração dela com a vida humana é tida como prioridade, variando de ativades mais calmas para mais frenéticas.
nessas próximas duas colagens eu quis representar a mesma cena de maneiras diferentes  também. Eu quis representar como o que acontece na rua afeta as pessoas dentro das construções privadas, e também 
Nessa colagem, eu tentei juntar vários prédios de outras colagens que estavam nos trabalhos para criar algo unificado, com um senso maior de compartilhamento e união. Eu uni todas essas imagens apenas com cortes horizontais.

esse ambiente que eu criei não seria permitido carros, a rua seria apenas de pedestres, e algo que reforça isso é a escada. E, ao caminhar por essa rua, o contato com outras pessoas seria reforçado. Eu optei por esse enquadramento para dar a ideia de "infinitude" para essa casa conjunta, sendo repetida diversas vezes para abrigar várias pessoas.





Repositório Usado