Até agora, essa foi a minha atividade favorita de fazer durante a aula e isso é porque eu adoro desenhar e, diferentemente do mapa mental da escola de cabeça, eu tinha a referência principal logo na minha frente.
Nessa atividade, nós precisávamos desenhar os nossos próprios pés cruzados do jeito que estávamos vendo eles, focando mais no contorno usando as linhas. Então, eu me sentei no chão, cruzei minhas pernas, e comecei o trabalho feliz. Essa premissa me deixou muito animado.
Como dá pra perceber, nessa primeira tentativa eu fiz uma escolha estilística que fez o meu traço ficar "bagunçado". Um dos motivos de eu ter feito isso (além de eu achar legal) é que eu pensei que isso disfarçaria um erro que eu tinha cometido quando eu estava desenhando. Acredito que essa escolha deixou o desenho único, mas talvez essa escolha tenta fugido do ponto da atividade por causa da quantidade de linhas extras. Mesmo assim, como arte, eu me orgulho do resultado, mesmo achando que o pé direito (que está na esquerda) está meio esquisito. Como atividade, acredito que ele realmente pareceu o meu pé do jeito que eu estava vendo ele, e deixar de olhar para o papel enquanto desenhava foi uma experiência inovadora para entender a ação de desenhar, focando mais em se parecer com o meu pé do que ficar bonito.
Nessas tentativas seguintes que fiz com o tempo que sobrou eu tentei desenhar os meus pés sem olhar pro papel o máximo que dava. Definitivamente eu prefiro a anterior em quesito de aparência, mas essa tentativa trás um "movimento" único e a silhueta realmente está parecida. Eu acho que um dos meus maiores problemas na hora de desenhar (e fazer qualquer atividade) é a minha calma (ou falta dela), e essa tentativa me obrigou a ter mais calma por bem ou por mal. Eu nunca tinha feito essa atividade antes, mas já estou animado para fazer outra vez.
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